• Redação Mário Sorrentino

Governo Bolsonaro corta Bolsa Família de 158 mil famílias em meio à crise do coronavírus



A epidemia de coronavírus, que já chegou fortemente ao Brasil, não impediu que o Ministério da Cidadania tirasse famílias carentes do programa Bolsa Família. Ao contrário da promessa de ampliar o programa em meio à crise social gerada pela doença covid-19, o governo federal fez um corte de 158.452 bolsas, e mais de 61% estavam na região com mais famílias vulneráveis do País, o Nordeste.


De acordo com o detalhamento do pagamento divulgado pelo próprio Ministério, o benefício médio concedido aos inscritos no mês de março foi de R$ 191,86 – menos do que o “voucher” que o Ministério da Economia anunciou para auxiliar trabalhadores informais em tempos de coronavírus, que chegará, caso aprovado, aos R$ 200 mensais.


Na divulgação, também foi anunciado que “mais de 330 mil famílias foram emancipadas do programa por apresentarem melhora de condições financeiras”, mas a pasta não detalha sobre os cortes mais acentuados no Nordeste. A região, segundo o balanço do pagamento, ainda é a que tem mais municípios atendidos.

Programa chave no combate à miséria no Brasil, o Bolsa Família atende às famílias que vivem em situação de extrema pobreza, com renda per capita de até R$ 89 mensais, e pobreza, com renda entre R$ 89,01 e R$ 178 mensais.



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