• Redação Mário Sorrentino

Dessalinização no semiárido empaca no custo para ter uso em larga escala, diz João Azevêdo



Apontado como solução para o enfrentamento da seca no semiárido pelo presidente Jair Bolsonaro, a tecnologia da dessalinização adotado em Israel vem sendo usada há pelo menos 30 anos no sertão nordestino e ganhou ainda mais impulso na última década, com o programa Água Doce. Já são cerca de 250 sistemas em operação.


Cada equipamento produz cerca de 400 litros de água potável por hora. O volume é equivalente a 30% da água bruta retirada do poço. Os outros 70% formarão o rejeito, que são bombeados para tanques onde vão evaporar.


Apesar de bem sucedida em comunidades isoladas, o uso da dessalinização em larga escala, como o tratamento de água do mar, é apontada por especialistas como mais caro e logisticamente difícil para ser adotado no semiárido.


Enquanto nos sistemas em poços no sertão nordestino o custo do metro cúbico da água fica em torno de 1,50, para dessalinizar do mar pode chegar a U$$ 1,50 (cerca de R$ 5,70) o metro cúbico.


O governador da Paraíba, João Azevêdo (PSB), que é engenheiro, afirma não há como comparar o sistema de Israel com o do Brasil. "Para as cidades que estão próximas do mar, o custo é bem mais baixo",diz.


" É possível utilizar membranas filtrantes produzidas no País. O custo seria barateado. Já temos tecnologia para isso". diz João defendendo o incentivo a trabalhos paralelos de desenvolvimento de pesquisa para implementação de membranas filtrantes produzidas no Brasil.




(Fonte)

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