• Redação Mário Sorrentino

Cícero Lucena e Leo Bezerra assumem compromisso com a cultura e apresentam propostas


Democratizar e descentralizar as ações culturais através da participação popular nos bairros, por meio da construção da identidade cultural e do pertencimento. Este é um dos eixos da política cultural apresentada pelo candidato dos Progressistas, Cícero Lucena, à Prefeitura de João Pessoa, neste sábado (10), em encontro com jovens ativistas culturais na Praça da Paz, nos Bancários.


Ao lado do Mestre Fuba, do candidato a vice-prefeito, Leo Bezerra e do senador, Diego Tavares, Cícero apresentou o programa Cultivar, que integra o Plano de Governo de Cícero, deve viabilizar o surgimento de novos artistas e produtores culturais. Além disso, oficinas itinerantes, pelos bairros e uma intensificação da parceria com as demais secretarias e órgãos da Prefeitura de João Pessoa, e instituições, como Sebrae, Sesc, Senai, universidades, ONGs, associações comunitárias, instituições religiosas e órgãos governamentais deverão promover e valorizar as expressões culturais por todo município. A ideia é criar 72 polos culturais na cidade.

Este projeto, entre outras ações, viabilizará o surgimento de novos artistas e produtores culturais. Além disso, oficinas itinerantes, pelos bairros e uma intensificação da parceria com as demais secretarias e órgãos da Prefeitura de João Pessoa, e instituições, como Sebrae, Sesc, Senai, universidades, ONGs, associações comunitárias, instituições religiosas e órgãos governamentais deverão promover e valorizar as expressões culturais por todo município.


Ballet Bolshoi


Em uma conversa franca com a população, Cícero lembrou da experiência bem sucedida do convênio celebrado entre a Prefeitura de João Pessoa, no período em que foi prefeito, e o Ballet Bolshoi que ofereceu oportunidades e mudou a vida de vários pessoenses.


Cícero citou os muitos encontros que teve pelo mundo com jovens que se tornaram bailarinos e que mudaram suas histórias através desta ação simples, mas impactante. “Que maravilha que é a arte! A Prefeitura só fez o papel dela. Quantas crianças que podem mudar de vida se o poder público tiver a sensibilidade e a capacidade de se colocar no lugar dos outros para proporcionar essa chance”, destacou.



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