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Ana Cláudia cobra novamente a reabertura dos restaurantes populares em Campina Grande


A Secretária Estadual de Desenvolvimento e Articulação Municipal da Paraíba, Ana Cláudia Vital do Rêgo, cobrou nesta terça-feira (13) novamente da Prefeitura de Campina Grande, a reativação dos restaurantes populares e cozinhas comunitárias da cidade, desativadas no início da gestão do ex-prefeito Romero Rodrigues, há mais de 8 anos.


Em sua publicação nas redes sociais, Ana Cláudia deu exemplo da Secretaria de Estado Desenvolvimento Social (Sedes) do Maranhão, que anunciou que os 55 restaurantes populares mantidos pelo governo estadual vão passar a oferecer jantar por R$ 1. Com isso, diminui os impactos causados pela pandemia para a população mais necessitada do estado.


“A Secretaria de Estado Desenvolvimento Social (Sedes) do Maranhão anunciou que os 55 restaurantes populares mantidos pelo governo estadual vão passar a oferecer jantar por R$ 1. A medida irá diminuir os impactos causados pela pandemia para a população mais necessitada do estado. Campina Grande, lamentavelmente, mantém as suas 9 cozinhas comunitárias, instaladas no José Pinheiro, Malvinas, Galante, Bodocongó, Liberdade, São José da Mata,

Pedregal, Jeremias, Catingueira, e dois restaurantes populares, um no Centro e outro no Distrito dos Mecânicos, fechados, que a exemplo do Maranhão, poderiam estar amenizando a fome de muitos campinenses necessitados. Seriam mais 9 mil refeições por dia no valor de R$ 1 real”, disse Ana Cláudia.






Estado mantem restaurante funcionando – Atualmente, Campina Grande dispõe de apenas um restaurante popular, mantido pelo Governo do Estado da Paraíba, que funciona na Avenida Floriano Peixoto, no centro, que fornece 1.500 refeições por dia, uma boa quantidade para um restaurante popular, segundo Ana, mas não o suficiente para atender a toda a demanda da cidade.


Na época em que os dois restaurantes populares e as 9 cozinhas comunitárias (uma espécie de mini restaurante) funcionavam na cidade, durante a gestão do ex-prefeito Veneziano Vital, a população tinha acesso a 7 mil refeições por dia, aos preços de R$ 1 o almoço; e R$ 0,50 o café da manhã e o jantar.