• Redação Mário Sorrentino

A ativista bolsonarista Sara Winter é presa pela PF em Brasília


A ativista bolsonarista Sara Winter foi presa na manhã desta segunda-feira (15), pela Polícia Federal, após autorização do Supremo Tribunal Federal. A prisão foi decorrente do inquérito que apura atos antidemocráticos. 


Sara foi a primeira liderança do bolsonarismo a ser presa. Ela está entre os líderes do chamado movimento "Os 300 do Brasil", grupo armado de extrema direita formado por apoiadores de Jair Bolsonaro, que acampavam na capital federal. Agentes da PF também cumprem outros cinco mandados de prisão, todos contra lideranças do grupo bolsonarista.


No âmbito de outro inquérito, o das fake news, a militante também havia feito ameaças ao ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. Em suas redes sociais, ela afirmou: "a gente vai descobrir os locais que você frequenta". 


No mês passado, Sara foi alvo de mandados de busca e apreensão no inquérito que apura a disseminação de notícias falsas. 

A militante também publicou um vídeo afirmando ter vontade de “trocar socos” com Moraes. Ela foi expulsa do DEM. 


A ativista bolsonarista Sara Winter, que é alvo de um procedimento em curso na Procuradoria da República no Distrito Federal, pode pegar de 7 a 22 anos de prisão, de acordo com levantamento de Robson Bonin, da Veja.


Além de atacar manifestantes neste sábado (13), Sara Winter já fez diversas ameaças aos ministros do Supremo Tribunal Federal, e tem pode ter incorrido em uma lista de crimes, de acordo com o ministro do STF Alexandre de Moraes:  injúria, ameaça, impedir com o uso de violência o livre exercício de qualquer dos Poderes da União ou dos Estados, incitação à subversão da ordem política ou social e calúnia ou difamação.




(Fonte)


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